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Atividades da Rede

Atividades da Rede APS ano 2022 – ZOOM

Reuniões realizadas quinzenalmente com os integrantes do comitê gestor

 

Décima terceira reunião do Comitê Gestor

Data: 14 de outubro de 2022

Horário: 9-12h

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Décima segunda reunião do Comitê Gestor / 3o Seminário Rede APS 2022

Avaliação e Monitoramento da ESF: desafios frente ao desmonte dos Sistemas de Informação”

Data: 16 de setembro de 2022

Horário: 9h-12h

Apresentadores: 
Luiz Augusto Facchini (Rede APS)
Ilara Hammerli Sozzi de Moraes (ENSP/FIOCRUZ)
Nereu Henrique Mansano (CONASS)
Coordenação:
Fúlvio Borges Nedel (UFSC)

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Décima primeira reunião do Comitê Gestor / 2o Seminário Rede APS 2022

“APS no enfrentamento da Covid-19: no território ou no consultório?”

Data: 19 de agosto de 2022

Horário: 9h-12h

Apresentação: Aylene Bouquat (FSP/USP)

Debatedores:

Nésio Fernandes (CONASS)

Angélica Fonseca (EPSJV/Fiocruz)

Adriano Massuda (FGV-SP)

Coordenação: Maria Helena Magalhães de Mendonça (ENSP/Fiocruz)

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Décima reunião do Comitê Gestor

Data: 22 de julho de 2022

Horário: 9h-12h

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1o Seminário Rede APS “Previne Brasil: destruição da APS no SUS? Aspectos críticos e proposições para o financiamento de uma APS integral, resolutiva, de base territorial e comunitária”

Data: 8 de julho

Horário: 9h-12h

Mesa de Abertura: Rosana Onocko (Abrasco), Rodrigo Oliveira (CONASEMS)

Apresentadores: 

Proposta para o financiamento do SUS – Francisco Rózsa Funcia (ABrES)

Impactos do Previne no financiamento da APS – José Luiz de Paiva (Cosems RJ) e Mariana Alves Melo(Doutoranda da FSP/USP)

Proposições para uma APS integral, resolutiva, de base territorial e comunitária – Luiz Augusto Facchini(Rede APS)

Coordenação: Ligia Giovanella (Rede APS)

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Nona reunião do Comitê Gestor

Data: 24 de junho de 2022

Horário: 9h-12h

No dia 24 de junho de 2022 foi realizada a nona reunião do Comitê Gestor da Rede de Pesquisa em APS, com 22 participantes. O tema principal da reunião foi a apresentação sobre a situação atual do Programa Previne Brasil feita pelo Diogo Demarchi Silva, assessor do Conasems. A discussão foi coordenada pelo prof. Luiz Augusto Facchini.Outros assuntos discutidos em reunião: Preparação para o 1o Seminário 2022 Rede APS: Previne Brasil: destruição da APS no SUS? Aspectos críticos e proposições para o financiamento de uma APS integral, resolutiva, de base territorial e comunitária. Dia: 8 de julho de 2022. Horário: 9h-12h e também ocorreu a discussão sobre as formas de divulgação e incentivo aos membros do Comitê para incentivar a participação. Foi falado também sobre a atualização do texto síntese dos grupos de pesquisa que está presente no site da Rede APS.

 

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Oitava reunião do Comitê Gestor

Data: 10/junho/22

Horário: 9h-12h:30min

No dia 10 de junho de 2022 foi realizada a oitava reunião do Comitê Gestor da Rede de Pesquisa em APS, com 14 participantes. O tema principal da reunião foi a organização do 1º Seminário da Rede APS em 2022 com coordenação da Ligia e Facchini.

Pautas, encaminhamentos e decisões

  1. Participação da Rede APS no 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão)

Até o dia 14 de junho (amanhã): enviar as informações da oficina pré-congresso para o Abrascão

Título da Oficina: Bases para uma Atenção Primária à Saúde integral, resolutiva, territorial e comunitária no SUS: aspectos críticos e proposições

Dia: 20 de novembro de 2022 (domingo) – períodos: manhã e tarde;

Aberta ao público;

Espaço físico: 100 pessoas;

Apresentação da Agenda Política Estratégica e de Pesquisa, apresentadores: Ligia e Facchini; identificação dos grupos de pesquisa. As outras decisões serão decididas na próxima reunião do Comitê Gestor, dia 24 de junho.

Publicação do e-book:

Ficha catalográfica: Aylene irá fazer a requisição;

Diagramação: Fernando Leles;

ISBN: Bruna e Ligia.

Organização do Seminário virtual da Rede APS, dia 8 de julho de 2022

Título do Seminário: Previne Brasil: destruição da APS no SUS? Aspectos críticos e proposições para o financiamento de uma APS integral, resolutiva, de base territorial e comunitária

Horário: 9h-12h

Transmissão Youtube TV Abrasco

Mesa de Abertura

Coordenadora: Lígia

. Representante da (Opas) – 5 minutos

. Representante (Abrasco) – 5 minutos

. Representante Conass – 5 minutos

. Representante Conasems – 5 minutos

. Representante Conselho Nacional de Saúde (CNS) – 5 minutos

Mesa e Debate

Proposta para o financiamento do SUS – Francisco Funcia (ABRES)

Impactos do Previne no financiamento da APS – José Luiz “Luli” de Paiva (Cosems RJ)

 e Mariana Alves Melo (Doutoranda da FSP/USP/ Cosems SP)

Proposições para uma APS integral, resolutiva, de base territorial e comunitária – Luiz Augusto Facchini(Rede APS)

Coordenação: Ligia Giovanella

Renovação e envio de novos convites aos grupos de pesquisas para compor a Rede APS

Adriano Massuda: será convidado para compor a Rede APS – carta convite já está pronta para ser enviada;

Gastão Wagner e grupo de pesquisa: Facchini irá formalizar o convite para o Gastão ou solicitar indicação para composição;

– Grupo de pesquisa do Sérgio Beltrão: enviar resumo + logo (se tiver);

– IMPORTANTE: ATUALIZAR DESCRIÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISAS.

Fiz um compilado dos grupos de pesquisa que estão cadastrados e descritos no site da Rede APS, peço gentilmente que revisem se o grupo de pesquisa de vocês estão no documento, além de revisar e/ou atualizar a descrição do grupo de pesquisa e enviem os logos atualizadas (se tiverem). Segue em anexo o documento nos formatos: word e em pdf;

– Os grupos de pesquisas podem ser acessados também no link do site da rede: https://redeaps.org.br/grupos-de-pesquisa-no-brasil/.

Representante da Rede APS para a mesa: Saúde do trabalhador na Atenção Primária à Saúde: experiências e aprendizados no Brasil – 13º Congresso Brasileiros de Saúde Coletiva

Representante: Angélica

 

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Sétima reunião do Comitê Gestor

Data: 10/05

Horário: 9h às 12h

No dia 10 de maio de 2022 foi realizada a sétima reunião do Comitê Gestor da Rede de Pesquisa em APS, com 10 participantes. O tema principal da reunião foi a apresentação e discussão José Santos Souza Santana sobre a Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS) da Bahia abordando sobre os desafios e potencialidades, funcionamento, financiamento, gestão, controle social, relacionamento com municípios e estado e prestação de contas. O convidado José Santos Souza Santana atua como secretário executivo e coordenador do Programa de Medicina de Família e Comunidade da FESF/Bahia. A discussão foi coordenada pela profa. Ana Luiza Queiroz Vilasbôas. O vídeo da apresentação foi postado no canal do Youtube da Rede APS e pode ser acessado clicando aqui ou através do link <https://www.youtube.com/watch?v=vJDbHT7Zu2U>.

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Sexta reunião do Comitê Gestor

Data: 29/04

Horário: 9h às 12h

Relatório 6ª Reunião Comitê Gestor | 29 abril de 2022. No dia 29 de abril de 2022 foi realizada a sexta reunião do Comitê Gestor da Rede de Pesquisa em APS, com 16 participantes. O tema principal da reunião foi a apresentação e discussão sobre modelos de gestão de estabelecimentos de saúde conduzida pelas professoras Isabela Cardoso e Laíse Andrade do ISC/UFBA. A professora Laíse Andrade apresentou resultados de sua tese de doutorado intitulada “A escolha de parceria público-privada para gestão hospitalar na Bahia: atores, interesses e estratégias” defendida no ano de 2019 e incorporou à apresentação reflexões sobre a ADAPS no contexto da APS. O artigo publicado pode ser acessado através do link: <http://cadernos.ensp.fiocruz.br/static//arquivo/1678-4464-csp-38-02-e00018621.pdf>.

Outros assuntos discutidos:

  • Pequena mudança no nome do documento completo da Agenda Estratégica para “Bases para uma Atenção Primária à Saúde integral, resolutiva, territorial e comunitária no SUS: aspectos críticos e proposições”.
  • Reunião presencial, nos dias 9 e 10 de junho: cancelada. A decisão foi organizar um 1º Seminário da Rede APS em 2022, que acontecerá de forma virtual, no dia 8 de julho de 2022 (em um único período). O título do seminário será: “Bases para uma Atenção Primária à Saúde integral, resolutiva, territorial e comunitária no SUS: aspectos críticos e proposições”.
  • No Seminário serão a presentadas e discutidas as proposições para Agenda Estratégica Política para a APS no SUS também como uma devolutiva e resposta ao Seminário anterior. Pretende-se que no seminário o documento completo será divulgado de preferencia na forma de um e-book, em processo de negociação para a editoração.
  • Possíveis convidados/participantes como debatedores no 1º Seminário da Rede APS 2022: Nésio Fernandes de Medeiros Junior (presidente do CONASS); Wilames Freire Bezerra (presidente do CONASEMS); um ex ministro da saúde
  • Revisão da Agenda de Pesquisa: Rosana Aquino revisará; Daniela Carcieri e colegas encaminharão alguns temas de pesquisa em saúde bucal/odontologia.

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Quinta reunião do Comitê Gestor

Data: 12/04

Horário: 9h às 12h

Pautas: 

  • Apresentação do Prof. Adriano Massuda sobre O estudo de caso do Brasil sobre o financiamento da APS, realizado pela The Lancet Commission on PHC financing. A apresentação feita pelo Adriano Massuda foi postada no canal do Youtube da Rede APS e pode ser acessada pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=n-dGJZAIalk ou clique aqui.
  • Novos grupos de pesquisa/representantes para integração Rede APS (Comitê Gestor): Aprovação do Sérgio Beltrão Lima (que é vice-líder da extensão do grupo de pesquisa em Saúde Coletiva) como membro do Comitê Gestor da Rede APS.

Datas e convidados das próximas reuniões do Comitê Gestor:

– 29/abril: participação Isabela Cardoso de Matos Pinto – ISC/UFBA, tema: “Modelos de gestão”.

– 10/maio: participação José Santos Souza Santana, representante da Fundação Estatal de Saúde da Família, tema: Desafios e potencialidades, funcionamento, financiamento, gestão, controle social, relacionamento com municípios e estado e prestação de contas.

-27/maio;

– 9 e 10/junho: reunião presencial;

  • Fórum social das resistências 2022 e participação da Rede APS. A Shirley divulgou o evento que acontecerá em Porto Alegre, de 25 a 30 de abril, em Porto Alegre. Os materiais foram enviados para o grupo de WhatsApp da Rede APS. Até o presente temos a Shirley que estará na coordenação e articulação do evento; mas não temos representante da Rede APS que participará do evento presencialmente.

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Quarta reunião do Comitê Gestor

Data: 01/04

Horário: 9h às 12h

Pautas: 

  • Divulgação da Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde: lançamento dia 7 de abril (quinta-feira). Mobilização dos membros da Rede APS para divulgar e acompanhar o lançamento e conferência. Encaminhado que o Boletim da Rede APS do dia 4 de abril será uma chamada para a Conferência.
  • Definição das próximas reuniões da Rede APS, convidados e temas especiais:

– 12/abril – Adriano Massuda, tema: O estudo de caso do Brasil sobre financiamento realizado pela The Lancet Commission on PHC financing, coordenador da reunião: Renato Tasca.

– 29/abril – Isabela Cardoso de Matos Pinto – ISC/UFBA, tema: Modelos de gestão. Sugestão: Rosana como coordenadora da reunião.

– 10/maio – José Santos Souza Santana, representante da Fundação Estatal de Saúde da Família, tema: Desafios e potencialidades, funcionamento, financiamento, estrutura, gestão, controle social, relacionamento com municípios e estado, prestação de contas, etc. Sugestão: Nília como coordenadora da reunião.

  • Discussão da agenda estratégica: Decisão do título do documento completo da Agenda Estratégica.

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Terceira reunião do Comitê Gestor

Data: 18/03

Horário: 9h às 12h

Pautas: 

  • Reunião Presencial (Goiânia). Possibilidade de realização da reunião presencial do Comitê Geral que aconteceria nos dias 6 e 7 de abril em Goiânia, durante evento do COSEMS-GO.  Sendo as datas encaminhadas para Reunião Presencial da Rede APS em Goiânia9 e 10 de junho.
  • Eventos importantes do ano: Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde (Frente pela Vida) e 13o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão).  Informe sobre o lançamento no dia 7 de abril da Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde (Frente pela Vida), cuja realização será no 5 de agosto com transmissão pela TV Abrasco, no site da Frente pela Vida (https://frentepelavida.org.br). Nesse site estão disponíveis documentos preparatórios; e podem ser feitas contribuições/sugestões individuais.
  • Congresso da Abrasco (Abrascão): o encaminhamento dado foi a possibilidade de realização de uma oficina da Rede APS no pré-congresso: apresentar, reafirmar e discutir a agenda estratégica. Foi comentado que há necessidade de trabalhar mais a parte de pesquisa e propor um comitê ou grupo dentro do mesmo para avançar no texto crítico sobre a Pesquisa em Atenção Primária. Outro ponto abordado foi sobre a participação de membros na comissão científica do Congresso e proposição de algumas mesas, que seriam: 1 – saúde e equidade (saúde e democracia; saúde e inclusão): mesa sobre atenção primária em uma perspectiva internacional (ex.: Reino Unido, Espanha e Portugal), com perspectiva latino-americana (Chile, Bolívia e México) e nacional; 2 – Mesa sobre APS e Covid-19. A intenção é tentar um apoio financeiro da Opas para trazer convidados internacionais para o Congresso da Abrasco (Abrascão).
  • Discussão das proposições da Agenda Política Estratégica e de Pesquisa para APS no SUS.
  • Participação de convidados externos para aprofundar o tema sobre modalidades de gestão.Renato fez convite já aceito a Adriano Massuda para uma apresentação na reunião da Rede APS para o dia 12 de abril; Rosana Aquino confirmou a participação da Isabela Cardoso de Matos Pinto ISC UFBA na reunião da Rede no dia 29 de abril e Nília Prado ficou de convidar um representante da Fundação Estatal de Saúde da Família, José Santos Souza Santana FESF /SUS Bahia, que confirmou presença no dia 10 de maio. Tratará sobre a atuação da fundação estatal na contratação de profissionais para APS no SUS. Em debate Desafios e potencialidades, funcionamento, financiamento, estrutura, gestão, controle social, relacionamento com municípios e estado, prestação de contas etc.
  • As próximas reuniões remotas já agendadas junto a ABRASCO serão nos dias: 01/abril; 12/abril (participação do Massuda às 10h); 29/abril (participação da Isabela); 10/maio (participação do José Santana); 27/maio; 7/junho (cancelada devido reunião presencial a ser organizada em Goiânia em 9 e 10/junho); 24/junho; 5/julho; 22/julho.
  • Oficina Presencial em Goiânia dias 9 e 10 de junho associado a Seminário APS em conjunto com Cosems-GO.

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Segunda reunião do Comitê Gestor

Data: 04/03

Horário: 9h às 12h

Pautas:

  • Discussão sobre as recomendações da Agenda Estratégica revisada;
  • Definição da Programação Semestral/Anual da Rede.

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Primeira  reunião do Comitê Gestor

Data: 11/02

Horário: 9h às 12h

Pauta: Apresentação e discussão sobre a Agenda Estratégica e Política.

 


Atividades da Rede APS ano 2021 – ZOOM

Reuniões realizadas quinzenalmente com os integrantes do comitê gestor

Vigésima primeira e última reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 10/12

Horário: 9h às 12h

Pauta: Discussão sobre o Previne Brasil e agenda estratégica

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Vigésima  reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 19/11

Horário: 9h às 12h

Pauta: Avaliação do 3 Seminário 2021 Rede APS -Uma agenda política estratégica e de pesquisa para a APS no SUS e discussão do documento técnico Uma agenda estratégica

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3° Seminário 2021 Rede APS -Uma agenda política estratégica e de pesquisa para a APS no SUS e discussão do documento técnico Uma agenda estratégica

Data:05/11

Horário: 9h às 12h30 e 14h às 17h30

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Décima nona de 2021 do comitê gestor

Data: 22/10

Horário: 9h às 12h

Pauta: Organização do 3 Seminário 2021 Rede APS -Uma agenda política estratégica e de pesquisa para a APS no SUS

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Décima oitava reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 08/10

Horário: 9h às 12h

Pauta: Organização do 3 Seminário 2021 Rede APS -Uma agenda política estratégica e de pesquisa para a APS no SUS

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Décima sétima  reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 24/09

Horário: 9h às 12h

Pauta: Oficina de trabalho: Descontinuidade e retomada da APS no contexto da pandemia de Covid 19

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Décima sexta reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 10/09

Horário: 9h às 12h

Pauta: apresentação das notas técnicas sobre Enfermagem e ACSs

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Décima quinta reunião de 2021 do comitê gestor

Data:24/08

Horário: 9h às 12h

Pauta: a definir

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Décima quarta reunião de 2021 do comitê gestor

Data:18/08

Horário: 9h às 12h

Pauta: Planificação da Atenção a Saúde – Rede de Atenção Materno Infantil 

Convidados: Fernando Cupertino,  Jurandi Frutoso e Maria José Evangelista – CONASS

 

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2° Seminário 2021 Rede APS- A Atenção Primária não pode parar! Continuidade do cuidado durante e após a pandemia

Data: 10 de agosto de 2021

Horário: 9 às 12h

Transmitido pelo Youtube TV ABRASCO – link – https://www.youtube.com/watch?v=IYq3gbnUgpM

 

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Décima terceira reunião de 2021 do comitê gestor

Data:27/07

Horário: 9h às 12h

Pauta: Apresentação da Nota Técnica – Atendimento/cuidado remoto na APS pela Laines e  definição da programação do 

2º Seminário 2021 Rede de pesquisa em APS – A APS não pode parar! Continuidade do cuidado durante e após a pandemia.

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Décima segunda reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 20/07

Horário: 9h às 12h

Pauta: Preparatório para o seminário de agosto. Conversa com convidados:

MFCs – Maria Teresa Garcia Alves (MFC do Centro de Saúde Santa Lúcia/BH)e Carlos Henrique Martinez Vaz (Médico de Família e Comunidade da SMS/Florianópolis)

ENFERMEIRA – Elizimara Ferreira Siqueira Gerente de Enfermagem da SMS de Florianópolis,

NUTRICIONISTA – Marina Carvalho Berbigier (nutricionista da UFRGS com atuação na UBS Santa Cecília) e

ACS – Mitiam Alcenir de Souza Santiago (ACS do USF Sítio das Palmeiras- Cordeiro).

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Décima primeira reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 06/07

Horário: 9h às 12h

Pauta: Programação próximo seminário Rede APS (agosto) e apresentação das notas técnicas

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Décima reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 22/06

Horário: 9h às 12h

Pauta: TELESSAÚDE e TELEATENDIMENTO

Convidados: Carlos Aita (UFRGS) e Antônio Luiz Pinheiro Ribeiro (UFMG)

Após as apresentações dos convidados continuaremos com os resumos das Notas Técnicas. São elas:

  • Políticas de financiamento da APS;
  • Determinação e participação social;
  • APS na Rede e coordenação do cuidado;
  • Atendimento/cuidado remoto na APS;
  • Atenção as condições crônicas.

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Nona reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 08/06

Horário: 9h às 12h

Pauta: Sugestão do tema do próximo seminário (final de julho) e Apresentação das Notas Técnicas:

  • Formação profissional para APS 
  • Avaliação monitoramento e melhoria da qualidade 
  • Saúde bucal
  • Enfermagem na APS

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Oitava reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 25/05

Horário: 9h às 12h

Pauta: Apresentação das  notas técnicas: resumo/ proposta de estrutura para abordagem do tema. 

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Sétima  reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 11/05

Horário: 9h às 12h

Pauta:

  • Breve avaliação do 1 Seminário
  • Apresentação da Pesquisa COVID-19 – Estratégias de enfrentamento à pandemia da Covid-19, conhecimentos, percepções e condições de trabalho e saúde dos profissionais de enfermagem na atenção primária à saúde nas “cidades-gêmeas” nacional pelos colegas Elaine Thume e Carlos Leonardo;
  • Temas da agenda estratégica e definição dos grupos de trabalho

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1 Seminário 2021 Rede APS:  Os desafios da Vacinação Contra a Covid-19 na Atenção Primária à Saúde no SUS

Data: 27 de abril das 9h às 12h

Transmitido pelo YOUTUBE TV ABRASCO – link https://www.youtube.com/watch?v=uoUUgZ5kpMA

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Sexta reunião de 2021 do comitê gestor

Data: 20/04

Horário: 9h às 12h

Pauta:Preparação para o seminário

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Quinta reunião de 2021 do comitê gestor

Data:06/04

Horário: 9h às 12h

Pauta:

  • Convidado Fabrício Marchini do Instituto de Biologia Molecular do Paraná para falar  sobre Testes para detecção de Covid-19;
  • Programação do 1 Seminário 2021 – 27/04;
  • Distribuição dos temas da Agenda Estratégica por grupos de pesquisadores;

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Quarta reunião de 2021 do comitê gestor 

Data:23/03

Horário:9h às 12h

Pauta:

  • Organização do 1 Seminário e Atualização da Agenda Estratégica

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Terceira reunião de 2021 do comitê gestor 

Data:09/03 

Horário: 9h às 12h

Pauta:

  • Avançar na construção do Plano anual de atividades da Rede APS 2021;
  • Temas e possíveis convidados para o Seminário APS e vacinação Covid-19;
  • Temáticas para discussão nas próximas reuniões
  • Outras atividades a desenvolver na Rede;

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Segunda reunião de 2021 do comitê gestor 

Data:23/02 

Horário: 9h às 12h

Pauta:

  • Dificuldades na operacionalização para a aplicação das vacinas com a convidada: Magda Almeida
  • Planejamento atividades da Rede APS em 2021

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Primeira reunião de 2021 do comitê gestor 

  • Data: 02/02/2021
  • Horário: 9h às 12h
  • Pauta: Retomada das atividades da Rede para o ano de 2021

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Atividades da Rede APS no ano de 2020 – Atividades online  – Período da pandemia de Covid-19

  • Relatório das Atividades da Rede em 2020 – 
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  • ANO 2019
  • INOVAÇÕES EM APS FORTE NO SUS  – 2º oficina 2019 do Comitê Gestor da Rede APS
  • Nos dias 26 e 27 de setembro (2019) a Rede APS organizou uma oficina no pré-congresso do 8° Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (CBCSHS) da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Houve três atividades principais que guiaram a oficina: no primeiro dia,  a apresentação dos  resultados dos estudos de caso concluídos por integrantes da Rede por conta do Laboratório de Inovação em Atenção Primária à Saúde (APS) Forte, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS); a discussão da Agenda Política Estratégica para a APS no SUS, desenvolvida em 2018 pelos integrantes do Comitê Gestor da Rede APS, e sua atualização no novo contexto sócio-político do país; no segundo dia, se apresentaram os grupos estabelecidos e emergentes que pesquisam sobre APS no Brasil, reabrindo em seguida as discussões sobre a atualização da Agenda Política Estratégica da Rede APS. Em breve será divulgada a Agenda Política e Estratégica para a APS no SUS revisada.
  • Os três estudos de caso desenvolvidos no âmbito do Laboratório de Inovação em APS Forte da OPAS foram sobre experiências em APS nos municípios de Teresina (PI) e Porto Alegre (RS), e no Distrito Federal.
  • Teresina (PI): a Estratégia de Saúde da Família como única porta de entrada ao SUS
  • Em Teresina (PI) o caso estudado foi a “Consolidação da Estratégia Saúde da Família como modelo único e universal de Atenção Primária à Saúde e porta de entrada eletiva do SUS”, desenvolvido por Ligia Giovanella (ENSP/Fiocruz), Patty Fidelis de Almeida (ISC/UFF) e Luiz Augusto Facchini (UFPel). Esta experiência centrou-se na criação de uma Fundação Municipal de Saúde (FMS). Em 1996, quase vinte anos depois de ser criada, a FMS foi outorgada a habilitação em gestão plena do sistema, através da Norma Operacional Básica do SUS 01/96 (NOB 96). Assim, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi extinta, e a FMS assumiu a gestão do SUS. A FMS de Teresina (PI) foi criada como pessoa jurídica pública de direito privado vinculada à Secretaria Municipal de Finanças. Este órgão de administração indireta com autonomia administrativa e financeira manteve, porém, a obrigatoriedade de concurso público, e quando se completou o estudo de caso a FMS contava com onze mil servidores públicos municipais efetivos estatutários. Em 1997 a FMS começou a implantação da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Inicialmente se instauraram somente três equipes em áreas de extrema vulnerabilidade. Porém, após uma grande mobilização dos movimentos sociais em defesa da ESF e de sua expansão para além dos territórios vulneráveis, nos seguintes dois anos se estabeleceram 40 equipes, atendendo a 33.717 famílias, em 125 vilas e favelas urbanas e 26 comunidades rurais, correspondendo a 25% do total de famílias residentes na capital. As estratégias para a consolidação da ESF em Teresina (PI) incluíram: a qualificação da estrutura física das Unidades Básicas de Saúde (UBS); a informatização para a qualificação da APS; o fortalecimento e valorização da força de trabalho em saúde; a ampliação do escopo de práticas, incluindo o estabelecimento de um laboratório público; a regulação do acesso à atenção especializada e organização do complexo regulador, incluindo a regulação do acesso à atenção hospitalar e o estabelecimento de fluxos para continuidade do cuidado; e a participação social. O resultado de implementar a ESF como estratégia para o enfrentamento dos determinantes sociais foi a melhoria de importante indicadores de saúde, como a queda da mortalidade e desnutrição infantil. Os pesquisadores assim concluíram:
  • Teresina é um exemplo emblemático de universalização da AB via ESF, por meio de iniciativas de gestão e prestação de serviços públicos: UBSs próprias e servidores públicos
  • Porto Alegre (RS): Telessaúde e Telerregulação
  • Em Porto Alegre (RS), o estudo de caso analisou “O uso do Telessaúde e Telerregulação no apoio à prática clínica no SUS”. A pesquisa foi realizada por Elaine Thumé (UFPEL), Fúlvio Nedel (UFSC) e Sandro Rodrigues (UFG). O investimento na Telessaúde e na Telerregulação foi uma das estratégias para ampliar o acesso à APS, sendo este um dos principais desafios no município de Porto Alegre (RS). Entre 2013 e 2017 se lançaram várias iniciativas de Telessaúde, desenvolvidas em cinco frentes: a regulação, a educação, os diagnósticos, a consultoria e o desenvolvimento de tecnologias. A implantação do Telessaúde e da Telerregulação foi viabilizada através do apoio e financiamento do Ministério da Saúde, e a articulação entre a Universidade Federal e os gestores públicos municipais. Segundo os relatos dos entrevistados, a utilização da Teleconsultoria agilizou a tomada de decisões dos médicos, enfermeiros e demais profissionais, sendo estimado que evitou cerca de dois encaminhamentos a cada três ligações. Segundo os pesquisadores, a implantação do Telessaúde e Telerregulação na APS do município de Porto Alegre (RS) apresentou as seguintes potencialidades: a incorporação de tecnologias na APS; o aumento de oferta de serviços; a redução de deslocamentos dos usuários; o suporte à prática clínica dos profissionais da APS; o desenvolvimento de softwares próprios para regulação (por exemplo para consultas especializadas e internações); e a integração ensino-serviço.
  • Brasília saudável: a estratégia de saúde da família e a conversão do modelo assistencial
  • A experiência no Distrito Federal (DF) – o programa Brasília Saudável, política expressa nas Portarias SESDF nº 77 de fevereiro de 2017 e SESDF nº 78 de fevereiro de 2017 – foi estudada pelos pesquisadores Aylene Bousquat (USP), Nelson F. Barros (UNICAMP) e Luciano Gomes (UFPB). O Brasília Saudável consistiu na conversão de todas as UBS para funcionarem como equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF). Portanto, os médicos que atuavam na lógica do modelo tradicional tiveram a opção de passar por um processo de alteração funcional para comporem as equipes de Saúde da Família (eSF). Porém, dos 328 médicos que atuavam anteriormente na rede básica, só 114 se interessaram, dos quais 107 passaram a prova final. Os demais foram realocados em outros níveis de atenção. A transição foi organizada mediante a uma capacitação e cumprimento de requisitos para a composição de eSF. O curso de capacitação, voltado principalmente a médicos especialistas nas áreas de ginecologia, pediatria e clínica geral, teve uma carga horária de 222 horas, incluindo conteúdos e atividades teóricas e práticas. Porém, relataram alguns entrevistados, o conteúdo da conversão foi unicamente baseado em questões clínicas. Quanto aos resultados desta iniciativa, os entrevistados apontaram uma falta de sistematização, tanto nos modelos de APS implantados daí em diante, quanto dos processos de trabalho. O cenário de implantação apresentava como dificuldade adicional o fato de que,  historicamente, a APS era considerada um lugar para os “médicos problemáticos”. A partir da implantação do Brasília Saudável os dados do governo do DF (GDF) apresentaram um importante aumento na cobertura das eSF, mais que triplicando entre 2010 e 2018. Porém, no mesmo período não houve um aumento no número de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no DF, o que levou os pesquisadores a questionarem que tipo de modelo de eSF estivesse sendo implantado. Assim, concluíram, a experiência no DF pareceu ser um laboratório para a Política Nacional de Atenção Básica de 2017, já amplamente criticada por trazer uma desvalorização do papel dos ACS. Atualmente, a nova gestão no GDF está tentando cumprir com sua promessa de campanha de reverter para o modelo tradicional. Porém, os pesquisadores apontaram que ainda enfrentam dificuldade de desmantelar o forte arcabouço político estabelecido pela gestão anterior.
  • Abaixo a programação da 2ª Oficina 2019 do comitê gestor da Rede APS – Inovações em APS forte
  •  26 de setembro
  • Local: Universidade Federal da Paraíba – CCS-508-BLOCO DORALICE
  • 8h30/12h – Estudos de caso sobre Inovações em APS forte
  • Coordenação: Renato Tasca
  • Consolidação da Estratégia Saúde da Família como modelo único e universal de Atenção Primária à Saúde e porta de entrada eletiva do SUS, em Teresina;
  • Pesquisadores: Ligia Giovanella (ENSP), Patty Fidélis (UFF) e Luiz Augusto Facchini (UFPEL)
  • Brasília saudável: a estratégia de saúde da família e a conversão do modelo assistencial;
  • Pesquisadores: Aylene Bousquat (USP), Luciano Gomes (UFPB) e Nelson Felice de Barros (Unicamp)
  • O uso do Telessaúde e Telerregulação no apoio à prática clínica no SUS de Porto Alegre.
  • Pesquisadores: Elaine Thumé (UFPEL), Fúlvio Nedel (UFSC) e Sandro Batista (UFGO)
  • 12h/14h – Intervalo Almoço
  • 14h/17h – Revisitando a Agenda Política Estratégica para a Atenção Primária à Saúde no SUS num contexto de restrição de direitos.
  • Link – http://rededepesquisaaps.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Abrasco_Final_06.07.pdf
  • 27 de setembro de 2019
  • 8h30/12h – Pesquisas em APS e rumos da Rede de pesquisa em APS da Abrasco. Quais são as pesquisas estratégicas em APS em contexto de restrição de direitos?
  • 8h30/10h30 –  Apresentação das pesquisas em desenvolvimento pelos grupos integrantes da Rede e grupos emergentes.
  • 10h30/12h – Rumos da Rede de pesquisa em APS
  • Apresentações de pesquisas realizadas pelos integrantes do comitê Gestor e novos  durante a 2ª Oficina 2019 da REDE APS – João Pessoa
  1. Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Centro de Ciências da Saúde – Departamento de Saúde Coletiva. Pesquisa: Meta-avaliação externa do Programa nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. UFRN
  2. A Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS-BH – Curso de Medicina. Pesquisas: (a) Promoção da Saúde e Equidade – Determinantes sociais, iniquidades, efetividade de ações de OS; (b) Avaliação da APS – Estudos do impacto das ações da APS; (c) Atenção à Saúde – Integralidade, papel na rede de atenção, pesquisa em serviço de saúde. UNIFENAS
  3. Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Escola Multicampi de Ciências Médicas – Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica. Pesquisa: Projeto de extensão para construção de Oficina de Educação Permanente de profissionais das equipes de ESF sobre plantas medicinais típicas do sertão do sertão da região do Seridó. PICS
  4. Universidade Federal Fluminense – Instituto de Saúde Coletiva – Mestrado Profissional em Saúde da Família ProfSaúde. Pesquisas: (a) Atenção integral aos ciclos de vida e grupos vulneráveis; (b) Atenção à saúde, acesso e qualidade na atenção básica; (c) Gestão e avaliação de serviços na ESF/AB; (d) Educação e saúde: tendências contemporâneas da educação, competências e estratégias de formação profissional. ProfSaúdeUFF
  5. Universidade Federal de Juíz de Fora – Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde – NATES e Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva – Grupo de Estudos e Pesquisas em Atenção Primária à Saúde – GEP/APS. Pesquisa: (a) Avaliação da Qualidade em APS (atributos da APS e PMAQ-AB); (b) Avaliação de Programas e Serviços de APS e Saúde da Família (gestão, organização, trabalho em equipe); (c) Avaliação da Atenção Básica no Município (Manual, produto PROESF/2005); (d) Avaliação da Efetividade da APS(prevalência e gastos das ICSAPS); (e) Avaliação da APS na Perspectiva do Usuário (foco nos Itinerários Terapêuticos); (f) Regionalização, Redes e Fluxo Assistencial com foco na APS; (g) Avaliação do ensino da APS nos cursos de graduação e residência em Saúde da Família; (h) Avaliação da Segregação Residencial e Distribuição espacial e relação com indicadores. UFJF
  6. Universidade Federal do Paraíba (em colaboração com Fiocruz, UnB, UFPE, UFCG, UFCSPA, Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, e Universidade de Manchester). Pesquisa: EquiPMAQ – Análise do efeito do programa nacional de pagamento por performance (PMAQ) nas desigualdades do financiamento e nos desfechos da atenção básica no Brasil. EquiPMAQ
  7. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP). Pesquisa: Atenção Primária à Saúde em territórios rurais e remotos no Brasil. Rural ENSP e Rural -2
  8. Universidade Federal da Bahia – Instituto de Saúde Coletiva – Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Formação e Avaliação da Atenção Básica (GRAB). Pesquisas: (a) Implementação das políticas de atenção primária no Brasil; (b) Análise de implantação do PMAQ no Estado da Bahia no período de 2012 a 2017; (c) Desenvolvimento e avaliação de uma intervenção intersetorial de promoção da saúde no âmbito da Estratégia Saúde da Família em municípios baianos – Prose; (d) Perfil dos agentes comunitários de saúde no Brasil. UFBA
  9. Universidade Federal do Rio De Janeiro – Centro de Ciências da Saúde – Faculdades de Medicina e de Enfermagem – Hospital Escola São Francisco de Assis – Mestrado Profissional em APS. Pesquisa: (a) Atenção integral aos ciclos de vida e grupos vulneráveis; (b) Educação e Saúde: tendências contemporâneas da educação, competências e estratégias de formação profissional em APS; (c) Evidência clínica, modelos de atenção e técnico assistenciais, qualidade em APS; (d) Gestão e avaliação de serviços e de tecnologias na APS. UFRJ
  10. Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Ciências da Saúde – Programa de Pós-graduação em Odontologia – Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Interdisciplinaridade, Educação e Saúde – GIS. Pesquisa: Estratégia Saúde da Família – Inovação Tecnológica para Ampliação do Acesso, da Qualidade e Promoção de Saúde Bucal na Atenção Básica – Estudo Multicêntrico. GIS_UFSC
  11. Universidade Federal de Minas Gerais – Faculdade de Medicina  – Projeto Nascente – Capacitação das Equipes de Saúde da Família na Promoção do Desenvolvimento Infantil Integral e Aperfeiçoamento da Linha de Cuidado da Criança, em Ações Integradas com a Assistência Social, Educação e Cultura, e ampliação do Uso da Caderneta da Criança – UFMG_Nascente

 


  • INOVAÇÕES EM APS FORTE NO SUS – A 1ª Oficina 2019 do Comitê Gestor da Rede APS
  • Foi realizada no dia 22 de março de 2019 em Belo Horizonte (MG). A mesa de abertura contou com a participação de Hugo da Gama Cerqueira (Diretor da Face/UFMG) Mauro Guimarães Junqueira (Presidente do CONASEMS) Renato Tasca (OPAS/OMS), Luiz Augusto Facchini e Lígia Giovanella (Coordenadores da Rede APS), e Allan Barbosa (Comitê Gestor Rede APS). Os membros da mesa chamaram a atenção para a complexa conjuntura atual marcada por retrocessos nos direitos sociais, subfinanciamento crônico e desfinanciamento agudo da saúde com a Emenda Constitucional 95, , a proposta de desvinculação completa dos gastos de saúde e educação, com sobrecarga e participação cada vez maior dos municípios no financiamento do SUS, e a reforma da previdência que desconstitucionaliza direitos sociais. Um contexto de ameaças ao SUS e novos desafios para a APS.
  • Na primeira conferência, “Os Desafios da APS no novo contexto”, Helvécio Miranda Magalhães Júnior (PBH e lnstituto René Rachou Fiocruz) argumentou que para promover a qualidade do cuidado integral em saúde e melhorar a APS devem ser desenvolvidas ações concertadas em quatro áreas principais: no financiamento (maiores investimentos na Atenção Básica), nos recursos humanos (formação adequada para as necessidades do SUS e intensificação dos incentivos à formação para a APS com destaque para médicos de família e comunidade) e no cuidado (maior resolutividade na APS e mudanças na rede de referência e contra referência, tendo a APS como ordenadora da rede e coordenadora do cuidado para a grande maioria dos agravos). Para Renato Tasca, a melhoria do cuidado em saúde no SUS exige promover uma APS forte e resolutiva para coordenar a rede. Sintetizou as propostas da OPAS para uma APS forte no SUS que inclui estratégias para a governança do sistema, o uso de tecnologias de informação e comunicação e o desenvolvimento de recursos humanos e condições de trabalho das equipes 20 recomendações para alcançar uma APS forte no SUS.
  • Nos debates que se seguiram destaca-se a participação de integrantes do grupo de trabalho em Atenção Básica do CONASEMS (membro do Comitê Coordenador da Rede desde sua criação) que manifestaram preocupações quanto às modalidades de avaliação da atenção básica e mencionaram iniciativas inovadoras em seus municípios. O CONASEMS e os gestores municipais em saúde são essenciais para garantir a sustentabilidade do SUS e da Atenção Básica no Brasil e enfrentar os desafios históricos e contemporâneos. A inestimável contribuição do CONASEMS ao desenvolvimento do conhecimento compartilhado entre academia e gestão possibilita fortalecer o objetivo primordial da Rede de Pesquisa em APS de produzir as melhores respostas aos desafios da gestão da Atenção Básica e da saúde da população brasileira.
  • Em seguida, a docente Maria Turci (Unifenas) apresentou a pesquisa “Avaliação da APS no município de Belo Horizonte: estudo realizado entre profissionais de saúde aliado a estudo transversal de base populacional”. A pesquisa esteve orientada pelo modelo de Andersen (1995) de determinação do uso dos serviços de saúde. Os métodos utilizados foram o instrumento PCATool (Primary Care Assessment Tool) aplicado aos 147 gerentes das UBS e ao enfermeiro de cada uma das 538 equipes da ESF implantadas em 2010; e um inquérito de saúde dos adultos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Resultados indicam que ter uma necessidade de saúde e contar com médico de referência aumenta a probabilidade de acesso, como também aumenta esta probabilidade ser mulher que reside em áreas de média e alta vulnerabilidade. Observou-se que nas áreas com ESF a satisfação dos usuários com o serviço público se aproxima do nível de satisfação dos usuários dos serviços privados, um pouco melhores. A pesquisadora sintetizou resultados de diversos outros estudos que mostraram avanços no acesso no SUS e melhores resultados entre usuários cobertos pela ESF. Em um dos estudos por exemplo, comparando resultados de dois inquéritos populacionais um de 2003 e outro de 2010, em BH observou-se que a prevalência da realização de dosagem de colesterol, da realização da mamografia e da citologia oncótica do colo uterino aumentou mais acentuadamente entre indivíduos acompanhados pelo SUS não filiados a planos de saúde.  Para finalizar, a pesquisadora chamou a atenção sobre o papel da Rede para prover instrumentos de avaliação da APS. (Leia a apresentação completa aqui).
  • À tarde foi realizada a Reunião do Comitê Gestor com discussão dos temas a seguir:
  • Apresentação dos avanços para realização e três estudos de caso do Laboratório de Inovação em APS da OPAS (Teresina, Distrito Federal e Porto Alegre);
  • Participação da Rede no  Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da Abrasco que será realizado na Universidade Federal da Paraíba de 26 a 30 de setembro: nas atividades de pré-congresso será realizada a 2ª Oficina 2019 do Comitê Gestor da Rede APS. Ademais, os membros do Comitê Gestor sugeriram possíveis temas para mesas de discussão e debates (análise de conjuntura – revisitando a agenda estratégica da Rede APS num contexto de restrição de direitos, ação comunitária dos ACS, saúde das populações do campo, floresta e águas, Programa Mais Médicos, APS e iniquidades, formação profissional);
  • Aproximação e colaboração entre Rede e o CONASEMS;
  • Alterações realizadas no site da Rede, conta de Facebook e Twiter;
  • A oficina finalizou com o lançamento da Revista Eletrônica da Rede APS – APS em Revista. Allan Barbosa apresentou a publicação eletrônica, que terá uma periodicidade quadrimestral, com 08 artigos por número e busca divulgar artigos de desenvolvimento teórico, trabalhos empíricos e ensaios. Será um veículo de divulgação científica, acadêmica e profissional voltado a pesquisadores, profissionais, usuários e gestores da Atenção Primária à Saúde. O primeiro número da revista já se encontra no ar e pode ser consultado no site https://apsemrevista.org/aps
  • Acesse aqui o relatório completo da Oficina
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